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Santo Graal revelado Jesus e José de Arimatéia Saiba mais...

O Santo Graal revelado

A história de Jesus e José de Arimatéia

:: Sabedoria metafísica de extrema controversia ::

Publicado por ALMAS VELHAS em • Fonte: Kryon

Hoje vamos falar sobre algo que faz parte da espiritualidade e mistisismo ocidental, parte das nossas tradições e herança cultural. As revelações a seguir podem soar muito controverso para alguns leitores. Foram dadas por Kryon na Abadia de Glastonbury, Inglaterra em maio 2018. Com isso algumas partes da história conhecida serão reescritas. Não há consenso histórico ainda sobre aquilo que vamos revelar a seguir. Mas há algumas coisas que podem autenticar o dito que é o senso comum e verdades auto-evidentes.

Abadia de Glastonbury
José e Glastonbury

Glastonbury na Inglaterra é um lugar de grande energia que muitos podem sentir. Este lugar tem tudo a ver com o Santo Graal e com a história desconhecida de Jesus e José de Arimatéia. E o que aconteceu em Glastonbury, que tem significância histórica, tem a ver com José, o tio de Jesus e irmão de Maria.

O tio, José, era um comerciante, um importador. Ele era o homem mais abundante de toda famíla. Será possível que Jesus esteve na área de Glastonbury? Queridos, ele esteve em Glastonbury três vezes. Jesus estava muito investido em trabalhar junto com seu tio no comércio entre Inglaterra e Palestina. Jesus conhecia a região.

Se você soubesse a história que resultou nesse lugar, saberia que José precisava ter tido terra, ele tinha que ter contatos no local, pessoas que o conheciam para que ele pudesse estabelecer as coisas a fim de construir a primeira igreja de Cristo mais tarde. É auto-evidente que ele precisava de ter vindo a Inglaterra. As rotas de comércio que usava eram pelo mar. Nesse processo José trouxe o seu sobrinho para Inglaterra.

Quando viram essa terra, eles retornavam não apenas por querer importar estanho para Palestina, mas também por causa do frio, da beleza e do verde. Pense bem de onde eles vieram. Este lugar foi atraente. Eles sentiram e apreciavam a energia desse lugar.

"Anos perdidos" de Jesus

O que chamamos de "anos perdidos" não são anos faltantes. São anos comuns. A esse momento a história de Jesus não foi escrita ainda. Ele não tomou ainda o seu manto. Ele era simplesmente um homem jovem experimentando coisas do mundo. A esse momento ele não estava performando sermões e milagres. Não houve relatos sobre o que ele tinha feito porque não houve nada para se escrever. Isso só aconteceu mais tarde quando ele se aproximava a idade de 30 anos, quando começou a ver quem era e o que podia fazer, quando começou a realizar que o manto que carregava iria mudar o Mundo.

Isso em si já é controverso mas o que vem agora é a parte "blasfêmia". O Jesus não era celibatário. Ele cresceu como qualquer outro homem descubrindo a beleza das coisas que Deus lhe deu e a toda humanidade.

A ideia de celibato ser algo puro é um conceito vindo de mente puramente humana. Celibato, queridos, gera disfunção e desequilibrio.

A intimidade entre dois seres humanos em amor é projetada desse modo e gera energia sagrada além daquilo que um ser humano pode criar sozinho. É um pináculo da beleza, é apriopriado e completo. Difamar aquilo é uma construção servindo apenas para controlar outros. Jesus não era celibatário.

A lenda de Santo Graal

A lenda e o misticismo do Santo Graal disse que José veio da Palestina não muito tempo após o seu sobrinho foi crucificado, e a lenda mencionou que José trouxe o cálice usado por Jesus na Última Ceia, o próprio Santo Graal. Além disso houve gotas de sangue neste cálice, provenientes de lado ferido do seu sobrinho. E muitas coisas foram ampliadas que se originavam a partir dessa lenda. Onde está o cálice? Será que o sangue era mágico? A história de Glastonbury relativa ao Santo Graal foi modificada a quase toda geração. Mas há verdade dentro da verdade.

A sala superior, o lugar da Última Ceia

Vamos levar você agora para um lugar em Jerusalém na antiga Palestina a uma sala superior onde realmente houve a Última Ceia. É um evento que marca início da lenda do cálice. E tudo que aconteceu foi ampliado por causa da sua significância hoje em dia. Algo que nem era conhecido na época.

Você pode imaginar o Jesus se despedindo de seus apóstolos? É importante a entender que eles não sabiam, eles não tinham noção daquilo que o mestre de amor estava passando nesse momento. O Jesus, de seu modo, estava dizendo "adeus" e ele dava sinais, um após do outro. Esta seria a última vez, juntos, mas eles não entendiam. Quem diria que tudo isso se acabasse depois dos milagres, do amor e compaixão que eles viram. Eles presumiram que isso seria apenas inicio de algo bem especial. E aqui está o mestre de amor, com lágrimas nos olhos, se despedindo. Maria Madalena estava ao seu lado. Isso não é um mito. E ele estava dizendo "adeus" a todos. Mesmo depois quando o traidor foi em bora, eles não entendiam que esta seria a última refeição.

Páscoa, a festa dos Judeus e a ceia

Todos os Judeus, não importa a seita e crença, honram anualmente o êxodo do Egito e a Páscoa é celebrada. A ceia que Jesus celebrava junto com os apóstolos correspondia com esse evento. Esta era a refeição, o pão ázimo que dividiram. A ceia não era criada por Jesus como uma refeição especial. Era uma típica festa de Páscoa. Todos eles eram Judeus. É algo que tudo mundo iria fazer naturalmente na época de Páscoa.

O que o mestre de amor estava dizendo era enigmático. Por que estava chorando,...ele estava dizendo "adeus". Não houve nenhum sinal dizendo: última ceia. Não houve nenhuma indicação sobre a profundidade de acontecimentos dos próximos dias. Eles estavam no escuro. A esse ponto ninguém tinha noção o que estava a vir e nem que essa seria realmente a última refeição.

E quem não participava da ceia? O José, ele não estava lá. Então a ideia que alguém tomaria o cálice de Cristo sem saber que seria a última reunião, colocando-o na mochila para vendê-lo a José mais tarde, é uma suposição sem senso comum.

...os pregos eram apenas para causar dor

Depois de todo o sofrimento que o mestre de amor passou nas estações chegou a hora de tirá-lo da cruz. O que vamos dizer agora é algo que ninguém estava ensinando a você. Todas as imagens que viu de Jesus crucificado estão incorretas. Não é possível que o corpo humano possa ser suportado apenas por dois pregos, cada um em uma das palmas da mão. Os romanos amarraram o corpo à madeira. E isso segurava-lo firmemente e os pregos eram apenas para causar dor. Era parte do sofrimento, mas os romanos não fizeram isso com os outros condenados, só com ele.

O túmulo de José

O Jesus estava na madeira até o por do sol. O protocolo de crucificação em Jerusalém está nos livros até hoje. E uma das regras exigia que não deve se crucificar depois de pôr do sol. E quem estava lá ao por do sol para remover o corpo? Um parente, o José. Sim, Maria Madalena e a mãe Maria estavam no local também, mas o José, o tio, era o designado parente. Não é intrigante que os apóstolos não estavam próximo? Queridos, se eles estivessem, possivelmente estariam presos. Eles ficavam distantes, mas o tio era permitido porque ele era família. Quando chegou a hora ele que removeu o corpo do sobrinho.

Mas aonde o corpo de Jesus foi levado? Túmulos eram caros na época e estão sendo adquiridos antecipadamente como hoje também. José era um homem abundante e ele tinha comprado um túmulo próximo a Gólgota (Calvário). Ele removeu o corpo do sobrinho e levou ao seu próprio túmulo. Ele amava o seu sobrinho. Provavelmente era ele que conhecia Jesus mais que qualquer outra pessoa.

Cena do filme "Quem Matou Jesus?" A direita, José de Arimatéia oferecendo mortalha e túmulo dele
Santo Graal revelado

A lenda disse que José retornou para Glastonbury pouco tempo após a crucificação do seu sobrinho. E ali ele construiu a sua igreja. Mas a história que José trouxe o Santo Graal para Inglaterra foi contada profundamente e formou através de séculos o mistisismo conhecido até hoje em dia.

Imagine a aflição de José diante de sofrimento do sobrinho pendurado na cruz, aparentemente morrendo a cada momento. E você foi conduzido a acreditar que de algum modo, após a ceia a qual José nem atendeu, ele se fosse naquela sala superior, achasse o cálice certo entre os outros, e nesses momentos de incrível luto, ele coletasse algumas gotas de sangue da ferida de Jesus pondo-o finalmente na mochila. E quando tudo isso fosse feito ele o levasse a Inglaterra para enterrá-lo. Queridos, não há Santo Graal, não como um objeto físico.

O Santo Graal é aquilo que você carrega por dentro que é o Amor de Deus. É a representação daquilo que o Cristo ensinava e não um objeto para ser encontrado por Rei Arthur.

José e a primeira Igreja Cristã

José retornou para Glastonbury mais tarde e comprou um pedaço da terra. Ele construiu primeiro uma capela, apenas com uma sala de oração. Se você pudesse estar na primeira igreja que o José construiu em Glastonbury, ali não houve nenhum símbolo de sobrinho morrendo. A igreja que José construiu não tinha uma cruz por dentro porque ele sabia que isso não era a história do seu sobrinho, não era isso que Jesus pregava, não era aquilo que ele sentiu, todo o amor envolvido.

E quando você vai hoje a uma igreja católica a primeira coisa que você vê é escuridão, sofrimento, tristeza e a cruz. O que José quis era que ressurreição, redenção, amor e luz serem expostos para esse planeta porque a vida do seu sobrinho girava ao redor desses valores. Era uma igreja cheia de alegria, cores e luz. Era uma igreja de amor.

No ano 1945 em Nag Hammadi, Egito foram encontrados textos gnósticos, escritos na fase de fundação do Cristianismo. E houve já na época um desacordo entre dois conhecidos autores, João e Tomé, sobre o significado da crucificação de Cristo. João ganhou aliás a disputa.

Tomé disse:

Tudo que aconteceu era sobre os ensinamentos do Mestre. Ele nós mostrou quem poderíamos ser, o que poderíamos ser, a alegria que poderíamos ter. Nós mostrou a conexão com amor, com a Fonte.

João disse:

Não, tudo era sobre a sua morte.

Mas o José construiu a sua primeira igreja. Uma igreja da luz e da alegria com nenhuma representação de Jesus morrendo na cruz. Você encontra todo o propósito para o qual a igreja de José foi fundada no solo de Glastonbury em você. Você encontra a alegria no seu interior. O Santo Graal é a memória de Jesus.

O que veio mais tarde relacionado aos papas e reis é história que conhecemos, mas o que ocorreu nesses anos em Glastonbury está encorporado na energia desse lugar.

Você não precisa ser Cristão para entender que a Última Ceia era um "adeus" de um homem para os seus seguidores. Você não precisa ser um Cristão para sentir a luz do Criador nesse lugar. O Santo Graal é a luz profunda que existe no planeta, é a beleza da mensagem do mestre de amor.

Agradecemos a José por tudo que ele fez como tio de Jesus. Agradecemos por aquilo que ele tentou a fazer no local, construindo a primeira igreja para honrar amor.


  Informação esotérica não é ciência

Origem de conhecimento
O artigo é livremente composto de diversas informações originalmente canalizadas por Kryon em centenas de eventos públicos e gravadas simultaneamente em áudio. As gravações estão disponíveis em português em: kryonportugues.com.br
A matéria apresentada está também disponível como canalização em áudios abaixo:
Fonte: Kryon
Idioma: Português
Tradução: Gustavo Amorim
 
Lugar e data: Glastoburry, Inglaterra, 16 de maio 2018
Titulo: O Santo Graal
 
 
Lugar e data: Glastoburry, Inglaterra, 27 de maio 2018
Titulo: Jesus e José