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O continente perdido de Lemúria Sabedoria esotérica controversa Saiba mais...

O que era o continente perdido de Lemúria?

:: Sabedoria metafísica controversa ::

Publicado por ALMAS VELHAS em • Atualizado: • Fonte: Kryon

Lemúria é um nome dado a uma civilização antiga e perdida na história da humanidade. Lemúria também é um nome de um continente no meio de oceano Pacífico onde se encontram os seus remanescentes, as atuais ilhas de Havaí. Não há vestígios ou provas físicas de que civilização Lemuriana jamais existiu. Tudo que sabemos é transmitido pelo espírito em canalizações de Kryon e pelas vagas lembranças akashicas das almas velhas.

A Terra passa por grandes e pequenos ciclos de gelo-degelo a fim de revitalizar a vida nos oceanos. É uma obra de Gaia. São grandes ciclos tal como 100.000 anos, menores de 1.600 anos e pequenos de 150 a 400 anos. A ciência não considera isso ainda. Quando haja uma era de gelo, grandes partes das águas estão em estado de gelo solido em torno das regiões polares. Ao mesmo tempo, o nível dos mares está mais baixo. O grande ciclo leva cerca 100 mil anos a ser completo. Na época da Lemúria há 50.000 anos o nível dos mares estava 120 metros mais baixo. As temperaturas globais estavam em média 8 a 10 °C mais baixas do que hoje. Houve muito poucos habitantes nesses tempos na Terra, apenas comunidades em seu estágio básico ou tribal.

A região de Havaí permanece um hot spot de atividade vulcânica. Éons atrás uma bolsa enorme de magma subterrânea empurrava grandes massas terrestres para cima formando o antigo continente Lemuriano. A crosta terrestre movimenta-se relativa às camadas mais profundas e certos canais intra-terrestres foram abertos e o magma começou a fluir criando a gigantesca bolha.

O pico mais alto atingia mais que 10.000 metros de altura e foi a montanha mais alta na Terra, visível até do espaço como uma proeminência geológica. Hoje ela é conhecida como Mauna Kea com 4.207 metros de altura. Ao longo de dezenas de milhares de anos os fluxos de magma mudaram de direção e foram libertados na superfície como enorme atividade vulcânica. O magma sempre acha o seu caminho, mas nunca volta a fonte. Com tempo a bolha de magma colapsou em si, causando inundações dos vales na superfície do continente. Quando um continente submerge formam-se ilhas. Os habitantes mudavam-se para regiões mais elevadas em tentativa de sobrevivência. Mas finalmente os últimos Lemurianos tinham que deixar o continente para sempre há 16.000 anos.

A história da criação contada pelos diversos povos da Terra, como também pelos povos indígenas, é semelhante. Eles apontam para chegada de uma raça das estrelas que veio das Sete Irmãs, hoje chamada de Plêiades.

Foram os Pleiadianos, os nossos pais espirituais e galáticos, em propósito divino que performaram a obra de semeadura da nova humanidade em múltiplos lugares do planeta ao mesmo tempo. Eram pequenas comunidades em distintos 12 lugares. Lemúria era um deles. Eram as mulheres Pleiadianas que chegaram primeiro. Os homens vieram depois. Os Pleiadianos são mais altos, parecem-se muito conosco e são seres de cor. Os de Siriús também desempenharam o papel deles em algumas comunidades. Mas a maioria das comunidades eram semeadas por Pleiadianos. Há mais que 30 mil anos uma outra raça galática, primos de Pleiades, os Hathors semearam povos que são conhecidos como os antigos Egípcios. Até hoje há um templo preservado e dedicado a eles: o templo de Hathors. Que mais voltamos em nossa história mais aparece a energia feminina. Eram as mulheres dos Plêiades que ensinaram os povos terrestres em seu início. Essa sabedoria foi dada em amor e respeito a uma nova raça. a nossa. As almas velhas carregam partes dos ensinamentos como lembrança akashica até hoje.

A isolação do continente Lemuriano foi um atributo muito especial. Enquanto outras comunidades misturaram-se e entraram em conflitos e guerras, a lemuriana permaneceu a mesma durante 20 mil anos. A civilização lemuriana não era elegante, era básica. Houve dinastias em vez de democracias. As coisas permaneciam as mesmas durante milhares de anos. Não houve desenvolvimento de consciência. Lemúria tinha no máximo 50.000 habitantes ao mesmo tempo. Procriação era difícil devido do ciclo reprodutivo anual das mulheres. Houve irmandades, círculos só de mulheres que cuidavam do nascimento dos bebes dentro das águas mornas. A irmandade cuidava também das mulheres em processo de desencarnação. As mulheres cantavam juntas nas várias ocasiões. Houve um grande equilíbrio e respeito entre os gêneros. Houve sacralidade do feminino. Em 20 mil anos passaram 35 milhões de almas por Lemúria. São eles que hoje chamamos de almas velhas em bora que não todas as almas velhas passaram por experiência Lemuriana.

Enquanto o continente de Lemúria estava afundando continuamente o cenário tornava-se cada vez mais amedrontador principalmente com vulcão ativo. Ondas daquela civilização partiram em vários pontos de tempo. Mas tudo que Lemurianos conheciam até esse momento era ilha vulcânica. A pergunta logica seria: onde os Lemurianos estariam mais confortável? A resposta: encontrando uma outra ilha. E é isso que eles fizeram por todo o oceano Pacífico.

Conforme os Lemurianos foram para o sul, uma das ilhas que encontraram foi a Ilha de Rapa Nui ou a Ilha de Páscoa. As lendas e a história de Rapa Nui estão claras. Se perguntar povos indígenas como eles foram povoados, eles diriam que os ancestrais vieram da ilha que afundava. Os Lemurianos foram até a Nova Zelândia. A maioria deles em suas canoas conseguiram escapar e chegar nos outros continentes como na costa oeste da América do Norte e da América do Sul. Se observamos a migração dos Lemurianos, poderiamos notar que eles foram de uma ilha a outra e a outra ainda. Até eventualmente eles passaram ao redor do Cabo Horn, o ponto mais meridional da América do Sul (Chile) e acabaram a descobrir novo oceano, o oceano Atlântico.

A descoberta do arquipélago de Açores

Lemurianos chegaram às terras firmes dos continentes, mas para alguns isso não funcionou muito bem porque eles encontraram povos locais que não tinham uma mente similar. E não falamos aqui de migração dentro de uma expressão de vida física. Precisamos lembrar que o akasha humano não é linear e não grava as experiências em forma consecutiva ou cronológica. O akasha é energético e as lembranças são orientadas pela intensidade das energias. Então subindo oceano Atlântico mesmo após de milhares de anos eles estariam ainda procurando por ilhas. Isso estava no akasha deles.

Os Lemurianos chagaram até o arquipélago de Açores (hoje pertence a Portugal) no meio do oceano Atlântico. Kryon menciona que uma das versões de Atlântida ter sido localizada no lugar desse arquipélago. Estamos falando de uma história que ocorreu de 13 a 14 mil anos atrás. A geologia das Açores era diferente na época. As terras eram mais extensas devido que o nível do mar globalmente estava mais baixo do que hoje. E houve um vulcão ativo. Mas, em geral, os Lemurianos que chegaram após milhares de anos de ter deixado o continente original sentiam-se muito confortável. Essa foi a original civilização dos Açores. E quando eles vieram ninguém tinha estado ali. Naqueles dias ninguém chamava esse lugar de um país. Não havia outros navegantes e não havia Vikings ainda. Eles foram os primeiros.

Portal terrestre de entrada para as almas

Lemúria era um portal de entrada de almas chegando para a nova vida na Terra. Os Lemurianos só tinham uma única encarnação, a primeira, no continente de Lemúria. As próximas expressões de vida foram realizadas nos outros continentes.

Até 200.000 anos atrás houve aqui uma variedade nativa de humanoides no planeta. Eram até 27 tipos. Os remanescentes fósseis deles encontram-se nos museus do mundo. Eles tinham 24 cromossomos e faziam parte do mundo animal. Uma única raça foi escolhida a fim de implantação de alma divina, a nossa, uma com vários cores, mas uma raça única. E quando o momento era certo a genética nossa foi alterada para sempre desde então. Os cromossomos N°2 e N°3 foram fundidos e isso impediu a diversificação da espécie, além disso, recebemos genes dos Pleiadianos com a capacidade de portar a alma criativa, a parte de Deus dentro de nós. Eis a nossa história de criação.

Somos diferentes das outras espécies, temos 23 cromossomos. Desde então a busca por criador tornou-se intuitiva para nos. Há um propósito divino nisso, um teste de consciência humana. O teste de energia sempre foi: será que os humanos sujeitos às forças de dualidade (luz e escuridão) e equipados com livre arbítrio iriam encontrar a fonte criativa implantada neles, coo-criando uma zona de vida de alta consciência, compaixão, sabedoria, mestria e ascensão espiritual, tornando-se uma civilização interdimensional e interstelar ou será que caem na baixa consciência criando a própria aniquilação?

Eis a questão de teste de energia que estamos sujeitos desde então. Lemúria tratava de iniciação de uma população global, a primeira civilização. Desde então quatro grandes civilizações destruíram-se por baixa consciência. A que chamamos da nossa civilização moderna é a quinta em série.

No ano 2012, quando passamos a marca astronômica, o alinhamento da Terra com centro galático que acontece a cada 26.000 anos, iniciamos a próxima civilização dentro de últimos 52 mil anos. A mudança de energia que estamos testemunhando em nossas vidas é a transição pacifica de uma civilização a outra sem demarcação nítida. O que mudou é a energia com população global permanecendo a mesma. Acabamos de entrar na sexta civilização.


  Informação esotérica não é ciência

Origem de conhecimento
O artigo é livremente composto de diversas informações originalmente canalizadas por Kryon em centenas de eventos públicos e gravadas simultaneamente em áudio. As gravações estão disponíveis em português em: kryonportugues.com.br
A matéria apresentada está também disponível como canalização em áudio abaixo:
Fonte: Kryon
Lugar e data: Kona / Havaí, 17 de agosto 2010
Idioma: Português
Tradução: Gustavo Amorim
Titulo: Os criadores da Lemúria