Como nós entendemos hoje em dia, a nossa alma pertence à Fonte Criativa chamada também de Deus. Há almas também que não são criativas como as almas de animais, por exemplo. Há povos inteligentes e interstelares que povoam a galáxia que não têm alma criativa e o cenário da vida deles é diferente do nosso embora que eles podem-se aparecer conosco. A coletiva de almas da fonte criativa é finita. Almas não são criadas, elas sempre existiam e sempre existirão. São eternas. Elas, quando encarnadas, vivem em círculos de tempo e formam civilizações galáticas uma após a outra. São fractais de consciência divina que guiam a galaxia espiritualmente. O desenvolvimento espiritual galático é a tarefa delas como será a nossa no distante futuro. Somos bebes da galáxia. Começamos aqui na Terra apenas há 52.000 anos e atualmente formamos a consciência espiritual mais baixa da galáxia. Numa escala de 0 a 10 estamos no número 3. Umas das mais velhas civilizações passaram uma rev ou 240 milhões de anos terrestres dentro da galáxia.

O atributo de um ser humano com a alma criativa é que ele tem uma autopercepção muito profunda além de sua própria sobrevivência. As raças velhas galáticas como os Pleiadianos (que iniciaram Lemúria, Oceania, Austrália, as Américas e outros), os Hathors (que iniciaram o antigo Egito), os Arcturianos, os de Orion e Sírius são os que semearão uns aos outros, possuem alma criativa e são interdimensionais e interestelares. Quando uma sociedade atinge uma eficiência de DNA além de 80%, tudo que guia esse ser é a conexão constante e profunda com a fonte criativa. Perto de 90% os seres atingem uma alta mestria sobre a matéria espaço e tempo, teleportação, manifestação de objetos, lembranças de vidas passadas (akasha), visão do futuro, cura espontânea do corpo, expectativa de vida física na faixa de 900 anos e a capacidade de enxergar o que acontece dentro da fonte criativa. Uns dos nossos mestres terrestres do passado conhecidos e desconhecidos tinham esse atributo. No século XX a eficiência média de DNA de um ser humano terrestre não passava de 31%. Isso explica a falta de lembrança akashica, baixa imunidade, vidas curtas (70 – 80 anos), desequilíbrio de gêneros e outras disfuncionalidades. A média de eficiência no ano 2017 era de 35%. Há povos ainda com eficiência de 27% atualmente.

Cada ser humano nascido na Terra possui a alma criativa. É o nosso template ou natureza mas a maioria não nota conscientemente a presença divina dentro de si. Por causa de livre arbítrio e dualidade que é cenário terrestre desde da criação do homem, as pessoas podem ignorar a sua natureza divina e continuar vivendo apenas no cenário primário de sobrevivência que era comum por milhares de anos. Isso chamado é dispensação de sobrevivência, o primeiro e mais básico template humano (nesse sentido a natureza humana). Há ainda três outros templates a vir. A segunda dispensação entrou em vigor no planeta a partir de 2012 que é a de compaixão, tolerância e responsabilidade. Até estabelecer um padrão novo de consciência iremos precisar em tamanho global ainda no mínimo 3 gerações (uma geração leva 25 anos em média).

A alma criativa possui em nosso template livre arbítrio. A liberdade de descobrir a força da luz ou da escuridão. Não há interferência externa e não pode haver. Estamos isolados. Nem mesmo a fonte criativa pode interferir em nossas escolhas. A segunda grande civilização terrestre depois de Lemúria estava descobrindo a força de dualidade e decidiu ir o caminho da escuridão. Foi destruída por causa de baixa consciência como as outras em seguida. A nossa civilização, a quinta, que se reiniciou no Vale do Indo não mais que 9000 anos. Toda a sua história permaneceu no padrão de sobrevivência que significa: guerras, conflitos, escravidão, separação, castas, desequilíbrio entre os gêneros, líderes totalitários, exploração de menos favorecidos, etc.

Alma criativa é parte de Deus, ela é pura energia de amor incondicional. Não há traço nenhum de energia negativa nela. No estado elevado da nossa alma, quando desencarnados, compartilhamos o oceano de amor da fonte criativa. Somos angelicais, maravilhosos, sem limites e magníficos. Assim que Deus nos vê. Assim que espirito, a coletiva divina nos vê. Há uma música celeste constantemente tocando, os nossos nomes angelicais estão sendo cantados em luz de amor divino.

Por isso apreciamos a música no mundo físico. Sem ter a alma criativa não seriamos capaz de reconhecer os padrões de energia amorosa e doce. Há seres na galáxia que não têm conexão com a música celeste, eles não escutam a música por apreciação, eles ouvem ruídos. Sem aquilo que nós chamamos de alma não teríamos aqui espiritualidade, arquitetura, artes, música e dança, ou apreciação da beleza. Teríamos apenas a funcionalidade da sobrevivência biológica como humanoides das cavernas antes da semeadura da alma divina ou criativa. O akasha existe só com a nossa alma criativa. Os animais não têm akasha.

Tudo que acontece no planeta Terra, todo o trabalho de Gaia, é dedicado ao ser humano atual. Tudo que está aqui é por nossa causa. O ser humano em sua essência espiritual é um ser magnífico. Fomos criados magníficos. Cada um de nos somos nascidos magníficos. A maioria das religiões modernas nos conta, na verdade, uma outra história. Mas isso também é livre arbítrio. As religiões atuais foram criadas na dispensação de sobrevivência, numa ideologia de baixa consciência. Não surpreende por isso que fomos ensinados que não temos valor nenhum diante de Deus e que fomos nascidos sujos. Tudo que somos hoje é o resultado de consciência humana em ação dos últimos 50.000 anos. Está em akasha das almas velhas. Serão as almas velhas que vão redefinir a sua importância e magnificência. O futuro na direção a ascensão planetária apenas começou e ira levar muito tempo.